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    Gravel, o movimento do rolê

    O movimento que vem crescendo no mundo todo, com uma proposta diferente do que estamos acostumados a ver no mundo da bike.
    Uma modalidade que joga fora alguns esteriótipos e busca satisfazer o que muito tem se perdido, que é a vontade de pedalar de verdade.

    A modalidade vem crescendo justamente porque muitos ciclistas não se encontraram em algumas tribos ou não se adaptaram no mundo competitivo por ex. Não que a modalidade não tenha competição, aliás isso vem crescendo muito também, mas o grande lance de sair e explorar qualquer rolê com uma bike tem voltado a ativa com a gravel.

    O mundo do “Adventure” é um grande chamativo para esse público que quer pedalar, encontrar um lugar massa, uma comida e bebida boa. Desfrutar de momentos assim e compartilhar com amigos que tenham a mesma vibe.

    Talvez ainda não chegamos no HIPE da modalidade no Brasil, mas estamos caminhando pra isso. Pelo menos no mundo competitivo, agora que teremos uma etapa classificatória de Gravel pela UCI aqui no Sul do Brasil, em Camboriú. 

    O grande lance dos eventos como: encontros, desafios e corridas chamem mais atenção para a modalidade e tudo cresça nesse mercado, mais eventos, mais modelos de bikes, mais pessoas e com isso mais gravel!

    A modalidade fora do Brasil já é extremamente explorada a muitos anos, e atualmente os maiores eventos competitivos, como o Unbound, que acontece em Emporia, no Kansas. Ano passado no total o evento teve 5 mil inscritos entre as distâncias de 100 e 200 milhas (160 e 320 km).

    O evento em si não gira somente em torno da “corrida” mas em torno de tudo, afinal de contas o evento começa sempre na quinta-feira e termina no domingo, movimentando milhares de pessoas e tendo diversos sub eventos para todos os estilos, níveis, gostos, etc.

    Convido você a conhecer e descobrir mais sobre a modalidade, no Brasil temos muitos influenciadores e adeptos da Gravel, desde os mais tranquilos até os mais loucos que pedalam milhares de km.

    Sigam:

    @leopedalandopelomundo
    @jessicarpk
    @juliano_rider

    @canaldebike

    @viniciusmobi

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    1 comentário

    Excelente post Rafa! Sou um adepto do conceito de bike difundida pelo Gravel. Um tipo de pedal de contemplação, mais relax, onde os pensamentos em cima da bike e as sensações vividas, vão muito além de “KOM’s”. Existe, sim, o desafio pessoal, a competição consigo mesmo, mas numa ooouuuutra cadência! Estou adquirindo minha primeira bike Gravel, que conviverá, harmoniosamente, ao lado das minhas três outras MTB’s. É possível desfrutar de tudo, aproveitando tudo de bom que a bike é capaz de nos fornecer! Sigo em frente, pois há muitos caminhos a percorrer…abraço!

    Bruno Ribeiro

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